08 setembro, 2011

Poema para um amigo de Carlos Augusto de Araujo Jorge









Poema para um Amigo

Carlos Augusto de Araujo Jorge – 07/09/2011.



Se outrora te buscavam
Por qualquer motivo ou intenção,
Hoje esquecem não procuram
Sequer buscam informações...

Se outrora festejavam
Com efusiva bajulação,
Hoje passam, escondem a cara
Será vergonha? Ingratidão...


Como o ontem, o hoje está
A nos mostrar contradições,
Mas são nas voltas que o mundo dá,
Que aprendemos nossas lições.

Lições de amor, de quem quer bem.
Lições do saber esperar.
Lições de que ninguém é mais alguém,
Que qualquer outro que aí está.



E nessa escola que é a vida,
Que aos poucos traz inspiração,
Ensina que a amizade é o que valida,
O sentir-se rico em emoções.



Pouco importa os que debandaram,
E se são os poucos a continuar,
A viver momentos de sabedoria,
De conhecimentos. Ao teu lado estar.




Lembremos nossos encontros,
Nossas gafes, tudo enfim...
Lembremos o que fizestes ao nosso povo,
Este sim jamais esquece,
Sempre procura por ti.


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